Sou a Jéssica. Vocês já devem me conhecer de outros contos. Como já havia dito, sou morena, 1.64t., 56 kg, 92 de busto, 68 de cintura, 94 de quadril, 53 de coxas, cabelos até o meio das costas e cacheados e adoro sexo e todo o que o compõe. O que irei contar hoje aconteceu numa feira livre aqui mesmo na cidade onde moro atualmente. Domingo pela manhã, me arrumei de forma bem sensual e fui à feira, pois lá iria encontrar dois rapazes que moram em SP (Capital), mas que trabalham nas feiras daqui, e que no Domingo anterior eles tinham me paquerado bastante e de uma maneira tão safada que me deixou imaginando coisas a semana inteira e querendo algo mais. Fui decidida a me divertir com aqueles rapazes tão gatinhos e com umas caras de safados que eu adoro, mas o que complicava era que o meu marido me acompanhava, e eu tinha que encontrar um jeito de despistá-lo e ir à procura daqueles rapazes. Pedi ao meu marido que fosse comprar legumes, que eu iria olhar outras coisas na feira, e na primeira oportunidade fui até lá. Chegando lá, eles já me sorriram com aquelas caras de safados e já foram falando gracinhas, o que me deixava louca de tesão. Cheguei perto deles, os cumprimentei e lhes disse que eu tinha tido um sonho erótico com ambos e eles me pediram para contar. Cheguei mais perto deles e enquanto via as mercadorias da barraca para não dar muito na cara, comecei a contar o sonho, e percebi que eles estavam gostando de ouvir, pois já se notava que seus cacetes estavam bem duros. Vendo isso, fiquei ainda mais acesa, adoro saber que o cara está de pau duro por minha causa, o único problema é que sinto uma vontade enorme de engoli-lo todo. Bom, me controlei e continuei a contar o sonho, e eles não resistindo ao tesão começaram a falar besteiras para mim, me convidando para fazer tudo aquilo que eu estava contando. Logo pude ver os dois com as mãos dentro das bermudas e me olhando com um olhar super tarado, um colocou uma mão na minha panturrilha e o outro na outra perna, (eu estava de pé e eles estavam sentados na perua de portas abertas) e foram subindo as mãos, um de cada lado apertando minhas coxas e continuavam a falar besteiras, até que suas mãos se encontraram em minha bocetinha, eles começaram a esfregá-la por cima da calcinha e eu estava desesperada porque estávamos em uma feira e além disso o meu marido poderia aparecer por ali, mas eu estava muito excitada, e não conseguia pedir para que eles parassem com aquilo, soltei o vestido de maneira que escondesse um pouco o que estava acontecendo e deixei que eles continuassem. Eles eram loucos, estavam me masturbando em plena feira, e estava sendo uma loucura deliciosa, e eles já não estavam mais esfregando por cima da calcinha, já tinham colocado a calcinha para o lado e metiam seus dedos deliciosos direto dentro de mim. Puxa que loucura, aquele tesão todo mais o medo que eu estava sentindo do meu marido me pegar estava me enlouquecendo. É eu devia estar louca mesmo, pois não agüentei, e assim que achei que ninguém me via, entrei na perua junto com eles e, meu, nem eu acredito que estávamos fazendo tudo aquilo ali naquela perua em uma feira livre com tanta gente do lado de fora e que poderia nos ver, inclusive o meu marido. Mas eu não me preocupava muito com aquilo não, estava preocupada mesmo era em dar prazer para aqueles dois gatinhos tarados que não paravam de passar a mão em mim. E mesmo correndo todo esse risco, eu me agachei de modo que ninguém me visse e tirei aqueles dois cacetes para fora das bermudas e comecei a chupá-los, horas um, horas outro, horas os dois juntos, hum, que delicia, os caralhos deles estavam tão duros que parecia que eles iriam encher minha boca de porra a qualquer momento. Demoraram bastante, eles meteram muito na minha boca antes de fazer muitas outras coisas que contarei em seguida. Eles me pediram para parar de chupar seus paus e me mandaram ficar de quatro e disse que nem que fosse uma rapidinha, mas tinham que comer minha boceta naquele momento, não dava para esperar para outro dia, ouvindo isso, não pude dizer não, eu estava louca para dar para eles e preferi arriscar, o tesão era tão grande que eu já não raciocinava mais, agia por impulso, o tesão que mandava e minha bocetinha estava completamente encharcada e latejando de tanto tesão, daí como dizer não? Na mesma hora topei a rapidinha, fiquei de quatro, e um deles deitou-se em baixo de mim e começou a chupar minha xaninha, enquanto isso, o outro veio por trás e enfiou seu pau todinho em minha boceta, e metendo rápido e com força, logo fez minha boceta escorrer aquele melzinho que o outro que me chupava, lambia tudo. Ficamos nessa posição por algum tempo, até que o que estava metendo em mim gozasse, e ele me encheu de porra, depois foi à vez do outro, me deitou num cantinho, abriu minhas pernas, e começou a me machucar com os dedos, estava muito bom, mas como estávamos com pressa, ele tirou seus dedos e meteu seu pau, duro como um ferro e como era bem grosso e do jeito que eu gosto me fez delirar. Ele metia muito gostoso, o outro foi bom, mas ele era ótimo, a essa altura eu já tinha até me esquecido do meu marido, que me procurava por toda a feira. Ele agarrou meu quadril e puxava com seu corpo, e metia com tanta vontade que parecia até que ele não transava há muito tempo, eu até tentei, mas em vão não agüentei mais, e ele me fez gozar maravilhosamente, e logo em seguida ele gozou também. Achamos um jeitinho de sair da perua sem chamar a atenção de ninguém e antes que eu fosse embora, trocamos telefones e eles me pediram para repetir a dose, mas com muito mais calma e num lugar um pouco mais reservado. Depois de combinado, fui embora encontrar de novo meu maridinho. Quando o encontrei, ele me perguntou onde eu estava e o que estive fazendo que me demorei tanto, e eu respondi... Nas nuvens, meu amor, sonhando. Ele não entendendo nada, me abraçou e fomos para casa, como se nada tivesse acontecido, e a noite transamos bem gostoso, pois enquanto ele me fodia eu lembrava da minha foda na feira, o que me fazia rebolar ainda mais no seu cacete. E assim somos felizes.