Talvez uma das maiores invenções de acessórios para computador, o mouse completa 45 anos de existência e resistência.
Há quem condene o uso dele, - eu mesmo conheço um - principalmente profissionais formados na área da computação e que já adquiriram certo controle total do teclado.
Mas a verdade é que este "ratinho" veio para nos facilitar a vida e, em muitos casos, até prejudicar, no sentido próprio da palavra, provocando principalmente a LER (Lesão por Esforço Repetitivo).
Em 1962, Douglas Engelbart, do Instituto de Pesquisa Stanford, nos EUA, descreveu aquilo que viria a se tornar o mouse, um acessório que transformou a maneira como os internautas interagem com os computadores. Com esse protótipo nada ergonômico da foto ao lado, o inventor norte-americano tinha o objetivo de mudar a maneira como as pessoas manuseavam informações contidas em computadores.
A idéia nasceu muito vaga, descrita no estudo “Augmenting Human Intellect: A Conceptual Framework” (Ampliando o Intelecto Humano: um Arcabouço Conceitual), considerado a principal obra do inventor. “Uma caneta leve (uma ferramenta com formato de caneta com cabo flexível ligado ao console eletrônico) pode ser apontada por um humano a um símbolo ou linha na tela e o computador poderá determinar automaticamente para onde a caneta está apontando”, descreveu.