
Gabriel Corrêa e
Paulo Montóia
São Paulo - Duas das três universidades federais de São Paulo já aderiram à greve nacional das Instituições Federais de Ensino Superior, iniciada na última segunda-feira (28).
Em assembléia realizada hoje (30), os servidores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) decidiram paralisar os serviços - apenas os do hospital universitário continuarão funcionando. De acordo com o sindicato dos trabalhadores da Unifesp, o movimento abrange cerca de 2 mil servidores.
Segundo a coordenadora da entidade, Maria José da Conceição, 20 instituições federais de ensino superior farão assembléias entre hoje e amanhã para discutir a proposta de greve.
As principais reivindicações
dos servidores são a incorporação das gratificações e a recomposição salarial
correspondente ao período de janeiro
A categoria também pede a retirada do projeto de Lei Complementar 01/2007, que, segundo Conceição, “flexibiliza os direitos trabalhistas dos servidores”.
Desde o início da semana, os cerca de mil servidores da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar) estão em greve, segundo a secretaria do Sindicato dos Trabalhadores da Ufscar.
Das três federais do estado, apenas a Universidade Federal do ABC (Ufabc) ainda não fez assembléia para decidir se vai ou não aderir ao movimento.